O cérebro humano é movido à informação. E hoje o que não falta é informação. Um outdoor na rua, rádio, TV, jornais, livros... A lista é numerosa. Todos eles com o objetivo de informar. Informação e jornalismo são inseparáveis.Num sentido amplo, todos somos jornalistas. Os jornalistas são os profissionais da informação. Todos sabem contar, mas só um engenheiro elabora cálculos para construção de um edifício. Assim, o ser humano também conta o que aconteceu, mas só um jornalista aprende as técnicas de como transmitir melhor as informações sobre os fatos.
Dentre as várias técnicas existe o jornalismo literário e o factual. Um enfatiza a emoção e o outro a razão. O literário é mais subjetivo e o factual mais formatado. O literário humaniza mais a informação. O jornalista literário, num acidente rodoviário expressa o que o envolvido está sentindo. Para o factual: “morreram 124 pessoas em um acidente de ônibus”.
Ambos são reportagens que trabalham com fatos. Mas a perspectiva que é transmitida muda de uma para outra. O jornalismo literário e o factual são atitudes de reportar uma realidade. Ambas podem ser usadas na produção de grandes reportagens.
Uma pesquisa publicada em artigo na revista do Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação) revelou que o jornalismo literário é o mais aceito pelo leitor. Talvez por envolver mais aquele que lê com a notícia, tornando-o quase participante do ocorrido. Ao contrário do estilo factual - que é mais direto - acaba tornando a informação um tanto seca para ser digerida pelo leitor, que se sente distante do acontecido. Mas apesar da preferência, o factual continua a ser o mais consumido.
O site wikipedia.com apresenta um artigo sobre Jornalismo Literário que enumera “Jornalistas-escritores como Gay Talese, Norman Mailer, Truman Capote, Marcos Faerman, José Hamilton Ribeiro, Roberto Freire e Luiz Fernando Veríssimo, para citar apenas alguns norte-americanos e brasileiros”. Eles fizeram parte de um grupo de jornalistas-literários. As grandes reportagens tomavam conta de revistas como O Cruzeiro, Manchete e Fatos & Fotos, e diários como O Jornal, Diário Carioca, Correio da Manhã e O Globo. A Revista Realidade vinha ás vezes com cerca de 13 reportagens em cada número feitas com até três meses de antecedência.
Ainda hoje existem produtores de grandes reportagens, feitas em estilo literário. Em muitos livros há uma mistura de ficção com a realidade. Jogo Duplo do jornalista e ex-correspondente de guerra no Líbano, Sílio Boccanera e No Olho do Furacão do jornalista e professor do Unasp, Ruben Dargan são alguns exemplos. E alguns internacionais como Em nome de Deus, que investiga a morte do Papa João Paulo I, produzido pelo renomado David Yallop.
O combustível mais usado pelos jornalistas continua sendo o factual, mas o mais durável é sem dúvida o literário, o verdadeiro combustível do jornalismo. Um dos motivos é o estilo de vida moderna que não proporciona muito tempo para a sociedade se deliciar com boas reportagens feitas numa maneira mais humanizada, emocional, romantizada. Isso requer um pouco mais de tempo e reflexão, pois elas são normalmente maiores ou mais difíceis de serem entendidas do que as factuais. O factual continuará a ser o principal combustível do jornalismo. Mas o literário sempre durará mais. O JD – Jornal Diferente é assim também, muito literário, e pouco factual, para conquistar leitores e corações.




ROBERTY,
CONFORME LHE DISSE AO TELEFONE, FAVOR VERIFICAR NOVO PROJETO DE MOBILIDADE URBANA DA CIDADE, PUBLICADO NA REVISTA IMPACTO - EDIÇÃO 10 - 2011 - PAGINAS 34 / 35 E 36;
VERIFIQUE QUE O MESMO PASSA DENTRO DE AREA DE PRESERVÇÃO AMBIENTAL DO BAIRRO SOBRADINHO - PERTO DO BREJÃO - ÁREA DE MINAS - PRESERVAÇÃO DE AMBITO FEDERAL.
ESTE PROJETO VAI ACABAR COM DIVERSAS MINAS QUE EXISTEM NA REGIÃO, ALÉM DE PREJUDICAR A AREA VERDE DO BAIRRO.
AJUDE O BAIRRO SOBRADINHO NESTA EMPREITADA, POIS SEQUER OUVIRAM OS MORADORES PARA A ELABORAÇÃO DESTE PROJETO.
UM ABRAÇO,
ROMIS